Assistimos: Loki (Season 1)

Review of: Loki

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Rating:
5
On 11 de agosto de 2021
Last modified:11 de agosto de 2021

Summary:

Finalizei a série Loki com uma certa demora. Foram um dois dias, mais ou menos, fugindo de spoiler nas redes sociais, até conseguir assistir ao último episódio. Mesmo assim, por questões pessoais e profissionais, fui deixando de escrever sobre a série, literalmente, sem perceber. Bem, nunca é tarde, até porque a série, que é visualmente linda, ainda está fresquinha na minha mente e, então, é das minha impressões sobre ela que falarei hoje. Bora?!

Finalizei a série Loki com uma certa demora. Foram um dois dias, mais ou menos, fugindo de spoiler nas redes sociais, até conseguir assistir ao último episódio. Mesmo assim, por questões pessoais e profissionais, fui deixando de escrever sobre a série, literalmente, sem perceber. Bem, nunca é tarde, até porque a série, que é visualmente linda, ainda está fresquinha na minha mente e, então, é das minha impressões sobre ela que falarei hoje. Bora?!

Mas, antes de desintegrar uma variante, vamos relembrar a sinopse:

Em “Loki”, da Marvel Studios, o temperamental vilão Loki (Tom Hiddleston) retoma seu papel como o Deus da Trapaça nesta nova série, que ocorre após os eventos de “Vingadores: Ultimato”. Kate Herron dirige e Michael Waldron assina o roteiro.

Realmente, uma coisa eu tenho que admitir: Loki é, até o momento, a melhor série do Disney+. Wandavision foi um evento, a primeira série da plataforma e com um conceito interessante das sitcons; Falcão (Capitão América) e o Soldado Invernal também teve o seu conceito de Capitão América e o Soldado Invernal 2.0, mais sério e pesado. Mas Loki, realmente, foi diferente, conforme fora anunciado.

Com episódios que duravam um pouquinho mais de cinquenta minutos, a série conseguia despertar no espectador a sede para assistir logo ao próximo episódio, deixando-nos intrigados para descobrir até onde ela (a série) iria nos levar. Isso, porque o “boom” na cabeça do espectador já vem desde o anúncio da série e se intensifica já no primeiro episódio.

A jogada de existir uma reguladora da linha do tempo foi coisa de mestre mesmo (da trapaça, né, “Seu Waltdisney”). A ideia de colocar na mesa todas as peças com possibilidades de fazer o que bem entender dali em diante, foi genial, um jogo imersivo, interativo, híbrido… A Marvel Studios usa o evento de um filme, numa série, para mexer novamente no seu tabuleiro como quiser, seja trazendo o nosso malvado favorito, Loki (Tom Hiddleston), para as telas e quem mais ela quiser trazer, como por exemplo as suas últimas aquisições de heróis, como o Quarteto Fantástico e os X-Men.

Além dessas inúmeras possibilidades que o excelente roteiro de Michael Waldron mostrou em Loki, a série trouxe consigo um elenco excelente, ótimas atuações. A começar pela surpresa que foi Owen Wilson, o Mobius, estar completamente perfeito no papel. Tom Hiddleston dispensa comentários 💚… Mas é importantíssimo destacar o grande poder dado às mulheres nesta série, seja em comandos, revelações, impedimentos, lealdade… Elas foram responsáveis, ao meu ver, por dar rumos, abrir caminhos, como Sophia Di Martino, a variante Sylvie; Wunmi Mosaku, a Caçadora B-15 e Gugu Mbatha-Raw, a chefe da AVT, Ravonna.

O último episódio da primeira temporada de Loki eu vou confessar pra você, caro leitor, que deu uma enroladinha de leve. Eu, espectadora, fique meio perdida, tipo o Loki (Tom Hiddleston) e a Sylvie (Sophia Di Martino). Se essa era a intenção da diretora Kate Herron, eu não sei, mas assim como os personagens, a gente ficou tipo “Mentira que era isso?!”. O que não quer dizer que foi ruim (mas eu daria 4,5), até porque, com os rumos desta série, podemos perceber que a Marvel Studios é que tem um glorioso propósito. E a gente topa, é claro! Que venha a segunda temporada!