O Capitão está de volta!
Que série! Falcão e o Soldado Invernal chegou ao fim! A segunda série Disney+/ Marvel Studios (a primeira foi WandaVision) trouxe os dois parceiros do agora saudoso Steve Rogers, Sam Wilson e Bucky Barnes, e um novo Capitão América. John Walker é o novo escolhido do governo para carregar este símbolo e trazer de novo ao povo uma sensação de segurança. Mas será que a América mesmo segura novamente? Será que todos estão de acordo com o novo dono do emblemático escudo? Série assistida e aqui estou para falar sobre. Leitores… Avante!
Mas, antes de ir à luta, a sinopse:
Da Marvel Studios, ‘Falcão e o Soldado Invernal’ traz Anthony Mackie como Sam Wilson (Falcão) e Sebastian Stan como Bucky Barnes (Soldado Invernal). A dupla, que se reuniu nos momentos finais de ‘Vingadores – Ultimato’, embarca em uma aventura pelo mundo que colocará suas habilidades à prova — e sua paciência também.
O Capitão está de volta, mas não tem nada a ver com a escolha feita por Steve Rogers em Vingadores: Ultimato. O governo quis trazer o o Capitão América de volta e, com este símbolo, trazer ao povo a sensação de proteção. John Walker (Wyatt Russell) é o novo detentor do escudo, que causou uma fenda na relação entre Sam Wilson e Bucky Barnes e, mais tarde, viria a dar uma dor de cabeça para os dois.
Falcão e o Soldado Invernal é meio que uma continuação de Vingadores: Ultimato, com um ar de Capitão América e o Soldado Invernal “2.0”. Mas não me leve a mal quando menciono o segundo filme do Capitão, pois minha intenção não é dizer que a série não é criativa, muito pelo contrário. Quero dizer que o ótimo roteiro e as grandes cenas de ação que tem no filme, eu consegui enxergar na série, mas sem que esta última necessitasse dos filmes para se manter num roteiro único, sem ficar muito às sombras do passado.
Lidar com os já esperados problemas que o “novo Cap” poderia causar era apenas um dos problemas da dupla Falcão e o Soldado Invernal. Outro problema, digamos que maior, era lidar com uma organização anarquista, os Apátridas, cuja a intenção era extinguir fronteiras, por acharem que o mundo era uma lugar melhor, durante o estalar de dedos de Thanos, onde a população desapareceu pela metade em Ultimato. Além disso, uma das coisas que mais gostei da série ter abordado e que também agrega para o diferencial desta, é mostrar a realidade de Sam e Bucky, alheia aos atos heróicos. O lado mais humano dos dois veio à tona, com a família de Sam e problemas financeiros, além das sessões de terapia de Bucky, partes da série que gostei bastante e, se a mesma não tivesse só seis episódios, eu ficaria satisfeita de assistir mais sobre esse lado da vida deles.
É claro que Falcão e o Soldado Invernal traria alguns outros personagens, vilões ou não. Zemo (Daniel Brühl) foi recrutado como um “auxílio” no entendimento da situação e Sharon Carter (Emily VanCamp) também estava como um certo auxílio à dupla, por mais que ela estivesse como procurada pelo governo. Há outras aparições que prefiro não comentar para não dar spoiler. Mas no geral, a série é surpreendentemente boa.
Antes de terminar, é importante destacar as grandes atuações desta série, principalmente de Wyatt Russell. Outra coisa também é que os “fãs” de quadrinhos precisam ser menos chatos. A série deixou um gostinho de quero mais nos fãs, uma vez que as grandes emoções ficaram para os dois últimos capítulos, sendo o último o mais aguardado e mais amado por todos. O episódio final, inclusive, serviu de chamariz para um grande e OFICIAL anúncio: teremos um quarto filme do Capitão América! Portanto, mesmo que você já tenha esbarrado em alguns spoilers nas redes sociais, dada a empolgação dos fãs (eu me incluo nessa), assista Falcão e o Soldado Invernal! Vale super a pena!

“Eu sou Groot” e professora. Adoro assistir filmes e séries; ler livros e HQs e “eu QUERIA fazer isso o dia todo”. Espero ter “vida longa e próspera”…