Assistimos: Dragon Ball Super – Broly

Dragon Ball voltou às telinhas recontando a história de um dos vilões mais populares da franquia: Broly (talvez não para a geração atual). Uma vez inserido ao cânone, será que o antagonista continuou sendo brutal? Será que a sua aparição rendeu combates épicos como antes? Será que ele surtou ao ver o Kakarotto?

Antes das respostas, vamos à sinpose:

Essa é a história de um novo Saiyajin. A Terra está em paz após o Torneio do Poder. Percebendo que o universo ainda tem muitas pessoas poderosas, Goku passa todos os seus dias treinando para atingir níveis ainda mais altos. Então um dia, Goku e Vegeta são confrontados por um Saiyajin chamado Broly, que eles nunca viram antes. Os Saiyajins deveriam ter sido praticamente extintos com a destruição do planeta Vegeta, então o que esse está fazendo na Terra? O encontro entre esses três Saiyajins, que seguiram caminhos completamente diferentes, termina em uma batalha estupenda, com até o Freeza (de volta do Inferno) entrando na história“.

Para inserir Broly ao cânone, o filme teve que recontar a sua história. Então, o longa se inicia nos eventos que levaram ao fim do planeta Vegeta. Por mais que eu já tenha visto a destruição do planeta dos saiyajins várias vezes, gostei muito dessa parte do filme, porque dá todo um destaque ao passado e aos antepassados dos protagonistas e anagonistas principais. A forma como o planeta e o reinado são reapresentados me agradou bastante (deu até vontade de jogar um RPG ambientado ali, hahaha).

A volta ao passado não é uma ponta solta do longa, pelo contrário, ela vem como parte de todo o protagonismo que é dado a Broly. Dragon Ball não é conhecido por ter enredos fantásticos, mas dessa vez houve um maior cuidado para contar a história e traumas de Broly. O saiyajin é deixado em um planeta deserto e é treinado para ser uma máquina de guerra, por mais que ele não queira. O aspecto psicológico do antagonista é pouco explorado, mas é apresentado de forma que sustenta suas motivações (não sei se esse é o melhor termo, mas é por aí).

Como eu disse anteriormente, a história não é um fato principal da franquia, o que importa são as lutas. E respondendo as perguntas lá da introdução do texto: “Broly está brutal! Os combates são épicos! Sim, ele surta, mas é por outro motivo”. No quesito ação, o longa certamente agrada muito os fãs mais nostálgicos, porque todos os elementos da franquia estão presentes.

Outro ponto muito legal é que dessa vez os Guerreiros Z não entram em combate. Só quem caí na porrada são: Goku, Vegeta, Freeza e Broly. Desta forma, o roteiro ficou muito mais focado se comparado aos dois longas anteriores.

Dragon Ball Super: Broly não entrega nada de novo, mas isso não significa que é ruim. O humor e a ação que fizeram a franquia envelhecer tão bem voltaram com tudo! De quebra inseriram oficialmente o meu vilão favorito ao cânone! Fico ansioso pelas possibilidades que estão por vir e falo com tranquilidade: de longe, é o melhor dos últimos filmes!