
Doutor Estranho – O Juramento foi a primeira graphic novel que li sobre o ex-cirurgião, hoje O Mago Supremo [Contemplem o Magoooooo… Com seus PODEREEEEEES!!!], Doutor Stephen Strange e confesso (tô confessando tudo hoje) que me surpreendeu. Na coleção da Salvat, das graphic novels que já chegaram e eu li todas, que eu me lembre, Doutor Estranho aparece em Demolidor – A Queda de Murdock, Hulk – Contra o Mundo e Fantastic Four – O Fim. Só não vou descrever suas aparições nesses quadrinhos, pois ambos são spoilers gigantes e já falando disso já é “meio spoiler”. Mas em Doutor Estranho – O Juramento, de Brian K. Vaughan, Stephen Strange precisa investigar uma tentativa de assassinato a ele mesmo e o roubo do antídoto que pode salvar a vida de seu fiel companheiro, Wong. Mesmo debilitado, Wong ingressa nessa misteriosa e perigosa investigação, auxiliando seu amigo, junto com a Enfermeira Noturna (não sei se é a Claire…), uma mulher que costuma atender, de forma urgente, os super-herois em situações de ferimentos graves.
Outra coisa que me surpreendeu em Doutor Estranho – O Juramento foi o desenho de Marcos Martín. Com aquele estilo cartunesco, de traços finos e com muito movimento, os desenhos lembram o Doutor Estranho desenhado por Steve Dikto nos anos 60. Cada linha expressa com perfeição as transformações sequenciais nas reações dos personagens, mostrando situações de dor e sofrimento, por exemplo, ou a movimentação do Manto de Levitação do personagem.
Com tom investigativo e sombrio, Doutor Estranho – O Juramento é uma HQ excelente pra quem gosta de muito mistério e de seguir pistas, a fim de tentar descobrir quem é o responsável pela vilania da trama. Esse é um elemento que me prendeu bastante à história, a qual prescrevo, sem restrições, a todos vocês.


“Eu sou Groot” e professora. Adoro assistir filmes e séries; ler livros e HQs e “eu QUERIA fazer isso o dia todo”. Espero ter “vida longa e próspera”…