
Lá vem julho, o mês das férias e, com ele, mais um filme da Marvel Studios chega aos cinemas: Homem-Formiga e a Vespa. O segundo filme do trambiqueiro que se comunica com formigas, vem com um diferencial desta vez: a Vespa! Para quem assistiu às cenas pós-créditos do primeiro filme, já dava pra saber que a Vespa apareceria no segundo filme, o que foi maravilhoso, pois é mais uma super-heroína para a lista das menininhas que amam o mundo dos super-heróis. #GirlPower
A história de Homem-Formiga e a Vespa é a seguinte:
“Após os eventos de Capitão América: Guerra Civil, Scott Lang lida com as consequências de suas escolhas tanto como super-herói quanto como pai. Enquanto ele tenta reequilibrar sua vida com suas responsabilidades como o Homem-Formiga, ele é confrontado por Hope van Dyne e Dr. Hank Pym com uma nova missão urgente. Scott deve mais uma vez vestir o uniforme e aprender a lutar ao lado da Vespa, enquanto eles trabalham em conjunto para descobrir segredos do passado.”
Neste filme, senti que tentaram manter a essência do primeiro, apesar de ser uma continuação de Capitão América – Guerra Civil, já que Scott está em prisão domiciliar, após pegar o uniforme do Homem-Formiga, sem a autorização de Hank Pym (Ih, que é isso, hein?! Michael Douglaaaas…) e de Hope (Evangeline “Linda” Lilly), para ajudar o “Cap” na luta contra o Acordo de Sokovia. O enredo é bem trabalhado, com muitas cenas de ação, o que não me permitiu sentir que a história estivesse se arrastando. Apesar de eu não ter assistido novamente o primeiro filme, antes deste, não senti pontas soltas em Homem-Formiga e a Vespa.
Além de ter uma história muito bem amarrada, com foco definido desde o início, o filme manteve a dosagem de humor do primeiro. O mestre do humor no filme é o Luis (Michael “maravilhoso” Peña), seguido de Kurt (David Dastmalchian), Dave (T.I.)e, é claro, Scott (Paul “crush eterno” Rudd). Esse tipo de humor meio “Os Trapalhões da Marvel” (podem me julgar por esse “termo”, mas é o que eu acho) funciona bem para o ritmo do filme, já que as “narrações” dos fatos feitas pelo Luis e as tentativas de Dave e Kurt em ajudá-lo, arrancam boas risadas de quem assiste.
A vilania do filme fica por conta da Fantasma, cuja motivação para tal fúria é explicada no filme e se torna bastante compreensível, a ponto de sentir pena dela. É uma vilã muito bem trabalhada pela atriz Hannah John-Kamen, transmitindo bem toda a aflição da personagem para o espectador, em sua expressão e movimentação.
E, para isto, ela teve a ajuda de grandes feitos especiais, que foram outro ponto forte do filme. A perfeição da movimentação da vilã, devido à sua instabilidade corporal, o crescimento e encolhimento da Vespa, do Homem-Formiga e de outros objetos e construções, são coisas lindas de se ver! E, em determinadas situações, isso contribuiu também para o nível cômico do filme. E aquele rejuvenescimento (posso falar muito não)? Um tapa na cara de arrancar qualquer bigode… 😶
Gostaria de destacar as rápidas, porém não menos brilhantes atuações de Michelle “Miaaaau” Pfeiffer, como a primeira Vespa, mãe da Hope e de Laurence “Morphéus” Fishburne, como um antigo amigo de Hank.
Homem-Formiga e a Vespa é mais um filme da Marvel que foi bom, porque manteve o esquema do primeiro, só que com o diferencial de ter mais cenas de ação, ao meu ver. Gostaria de fazer uma exaltação à cena da luta da Vespa na cozinha do restaurante… Que maravilha foi aquela! Vai ficar marcada na minha memória, tipo a cena de luta do Capitão América no elevador, em Capitão América – O Soldado Invernal. E dizer ao dublador do Michael Douglas que eu entendi a referência… Vale a pena dar um confere em Homem-Formiga e a Vespa no cinema, sendo “marvete” ou não.


“Eu sou Groot” e professora. Adoro assistir filmes e séries; ler livros e HQs e “eu QUERIA fazer isso o dia todo”. Espero ter “vida longa e próspera”…